O Clube Operário Desportivo poderá ter que jogar no Estádio de São Miguel já a partir da próxima época caso a Federação Portuguesa de Futebol não adie o prazo para as alterações às actuais distâncias verificadas entre as linhas laterais e o respectivo muro que separa as bancadas do relvado. O alerta foi feito pelo Presidente da Câmara Municipal de Lagoa, João Ponte, ontem à margem do encontro entre o Santiago e o Operário a contar para o IV Troféu Município de Lagoa.
“Ou os clubes conseguem resolver esta situação, o que considero difícil, ou então o Governo Regional dos Açores toma uma atitude em relação a esta situação pois trata-se de uma questão técnica, pois os campos estão licenciados para a prática desportiva e competitiva”, disse o autarca.
O Presidente da Câmara Municipal de Lagoa referiu ainda na altura que uma intervenção deste tipo é praticamente impossível no Campo de Jogos João Gualberto Borges Arruda, pois implicaria a demolição de uma parte das bancadas e a própria tribuna, uma situação que não faz qualquer sentido até porque este é um recinto em fase final de vida útil e que será substituído pelo novo Estádio Municipal, a ser construído na zona do Tecnoparque, e cujas obras arrancarão no final do presente ano.
Esta é ainda uma situação comum ao Campo de Jogos José da Costa Leste mas que, tal como o que acontece no campo utilizado pelo Operário, a autarquia não se irá responsabilizar.
MJS
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